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Djs Fazem a festa em baladas evangélicas
Índice de Artigos Djs Fazem a festa em baladas evangélicas Página 2 Página 1 de 2Profissionais buscam novas técnicas e aprimoram as formas de cultos nas igrejas.
Com o crescimento da profissão de disc-jokey (DJ) no meio gospel, pode-se dizer que o tabu em relação às musicas do tipo eletrônica, funk ou rock vem sendo quebrada e introduzida nas igrejas como um novo jeito de adorar a Deus. Este tipo musical já conquistou o seu espaço no mundo, o que fez alguns cristãos buscarem a profissionalização. Em Manaus, dois nomes se destacam entre aqueles que fazem uma pista de dança balançar ao som de hits, Marcelo D12, 27, da Igreja Batista Oásis de Paz e DJ Profeta, 26, da Assembléia de Deus (Nação Canaã).
Por conta do tradicionalismo de algumas igrejas evangélicas, a profissão do DJ sofreu certa discriminação. Para o DJ Profeta a resistência, aos poucos, esta sendo quebrada, e hoje as festas promovidas por ele, ou aquelas em que participa, começam a se tornar comuns.Ele conta que sofreu discriminação ao começar sua carreira, por causa da inovação, mas diz que já esperava por isso. "Todo tipo de movimento novo atrai alguma forma de resistência", esclarece. "Mas, por se tratar de evangelismo através de manifestações que transmitem alegria foi em pouco tempo aceito e muitas pessoas já aderiram a essa nova pratica de adoração", explica Profeta.
O DJ Marcelo D12 diz que não teve muitos problemas no inicio, pois se apresentava com um grupo de evangelismo, mas quando começou a tocar solo, em outras igrejas, começaram a aparecer as primeiras criticas. "Sempre tinha aquele irmão que dizia que eu estava inventando moda ou trazendo o mundo para dentro da igreja", lembra. "Mas isso não foi motivo para desanimar, pois os frutos sempre foram notários", conclui.
Plágios dividem opinião entre profissionais.
Na opinião de Profeta, os plágios feitos por alguns DJs, onde usam musicas não evangélicas e apenas trocam a letra, ferem os princípios cristãos. "Pois a musica em si traz um pouco de quem a fez, pois neste trabalho também ha consagração. O DJ não pode deixar de ser um ministro. Ele tem toda a responsabilidade de levar o povo a adorar a Deus", defende. Já o DJ Marcelo D12 opina diferente. “Acho bom, por conta da criatividade. DJs evangélicos vivem uma vida diante de Deus, o que ha de diferente e a maneira com que evangelizam", pondera.
No quesito espiritualidade, os dois concordam em um ponto: todos devem buscar a santidade no que fazem. "A santificação e o elemento chave para que um levita tenha o seu ministério bem-sucedido e é também a maior responsabilidade de um servo de Deus", destaca Marcelo D12.
"Sempre oro pelos eventos que vou Participar e no espaço que tenho dou uma palavra para os jovens. Ser DJ não e apenas tocar ou animar festas, mais ser diferente do normal". "Tem que haver uma vida de santidade, pois tudo o que se põe para tocar vai ser ministrado em vidas", explica o DJ Profeta.
Tem que haver uma vida de santidade e testemunho. pois tudo o que se põe para tocar, de alguma forma, vai ser ministrado na vida das pessoas que estão participando da festa.
Por Mayara Lima e Aline Macena
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