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Fotos do Casamento do Dj Marcelo D12 & Tamara Marques E-mail
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Casamento realizado pelos pastores Davino e Yondi Nascimento. Que aconteceu no dia 14 de Setembro de 2008, no clube dos magistrados. Fotos: Antônio (SOL) 9134-6149

Símbolos

O ministério O Libertador de Israel aprecia objetos e símbolos que servem como lembranças das escrituras sagradas bem como da identidade judaica. Dentre os símbolos que utilizamos destacamos:

Menorah


Também chamada de candelabro, castiçal, ou ainda candeeiro, simboliza a unidade e a integridade da história do povo judeu. Anos a fio de brutais perseguições não extinguiram as suas chamas, e os judeus, ao final, sobreviveram. A Menorah sempre recebia todos os cuidados necessários e acompanhava os judeus aonde quer que eles fossem. Primeiramente foi a coluna de fogo que conduziu Israel na peregrinação egípcia pelo deserto (Êx 13.21), depois a Menorah como símbolo do fogo eterno que nunca se apaga acompanhou o povo judeu em suas gerações.

Uma Menorah bem elaborada foi colocada no centro do tabernáculo de Moisés, e era o primeiro objeto que se via no Santo Lugar, juntamente com a mesa dos pães e o altar de incenso (Hb 9.2). Ela era de ouro puro (Nm 8.4), não era uma peça fundida, mas forjada a martelo por um hábil ourives, partindo-se de um talento de ouro (Êx 25.39). Para se chegar ao produto final, era continuamente golpeada.

A haste principal e o seis braços formavam uma só peça maciça, que davam suporte à sete lâmpadas de azeite, as quais forneciam a luz naquela escuridão. As lâmpadas eram cheias de azeite de oliva puro, não de óleo comum (Êx 27.20). Cada lâmpada recebia cuidados especiais: a parte queimada do pavio não emitia luz. Cabia ao sacerdote, todas as tardes, remover a sujeira e por  em ordem as lâmpadas.

Baseado no candeeiro de sete braços do templo de Herodes, O Libertador de Israel construiu a sua própria e bem elaborada Menorah, com cerca de 1,5m de altura, para ser utilizada em ocasiões muito especiais. A diferença entre elas está na base: aquela gravada no Arco de Tito tem um pedestal octogonal maciço com relevos de animais, e a do Libertador está firmada sobre um pedestal dividido em dois hexágonos (totalizando doze lados), com os nomes das tribos de Israel em hebraico.


Shofar

Trata-se de um chifre de carneiro bem primitivo, considerado o instrumento de sopro mais antigo ainda em uso (Gn 31.27). Era um chifre longo com uma extremidade virada, considerada a trombeta nacional dos israelitas.

O chifre normalmente usado era o de carneiro ou de cabra montesa, por serem curvados, mas poderia ser feito também de antílope ou gazela, mesmo porque todos esses animais eram aceitáveis como sacrifícios. Já bezerro e touro eram exceções, uma vez que eram automaticamente ligados ao episódio da idolatria do bezerro de ouro (Êx 32).

O som produzido pela Shofar é alto e estridente. Na verdade está mais para barulho do que música!

Nos tempos antigos o propósito da Shofar era anunciar as fantásticas intervenções de Deus (Js 6.8; Ap 8.6). Passados sete anos sabáticos (passados quarenta e nove anos), o qüinquagésimo ano devia ser anunciado, no dia da expiação, pelo som das trombetas em todas as partes da terra.

Toca-se a Shofar no primeiro e segundo dias de Ro’sh HaShanah (o dia do ano novo) como mitz’vah (preceito). Nas sinagogas ela é soada cem vezes ao dia, em quatro tipos de toques diferentes:

- Taquoá (buzina);
- Teruah (alarme);
- Shevarim (notas quebradas);
- Taquoá g’dullah (a grande buzina).


Tallit


Do hebraico Thalliyt, manto de orações utilizados comumente pelos judeus ortodoxos e messiânicos. Existem dois tipos:

- Tallit gadol, um manto branco com faixas azuis que os homens vestem para as orações;

- Tallit qathan, de menor tamanho, também chamada “quatro cantos”, deve ser usada sempre sob a roupa.

A Tallit é a vestimenta mais importante na cultura judaica e está fundamentada na Bíblia (Nm 15.37-41). Seu uso tem uma finalidade: fazer o judeu lembrar-se da Lei de Deus.

Esta veste foi criada para ser vestimenta sacerdotal e para conter as Tzitzit (franjas). Os judeus utilizam a Tallit em todos os serviços religiosos matutinos, exceto em 9 de tisha-b’av, o dia da destruição do templo de Jerusalém.

Curiosidade: Por que as mulheres não usam Tallit? As chamadas vestimentas quadradas nas quais se prendiam franjas eram consideradas originalmente de uso masculino e, como a Bíblia proíbe que uma mulher vista roupas de homem (Dt 22.5), as mulheres não utilizavam Tallit.


Tziytziyt

Do hebraico Tziytziyt. Trata-se de quatros fios duplos de lã, linho ou seda, que pendem dos quatro cantos da Tallit. No uso antigo essas franjas eram postas nos quatro cantos de todas as vestimentas. Mas como as roupas atuais são bem diferentes e como não se vestem mais mantos quadrados, amarra-se a tzitzit ao xale branco que os homens vestes para as orações.


Kipah

Significa: “há alguém acima de vocë”. Não teve a mesma importância da Tallit, mas com o passar do tempo a Kipah integrou a sociedade judaica.

É costume judaico desde os primórdios o homem manter sua cabeça coberta o tempo todo, demonstrando com isso humildade perante Deus. É como se, apontando para sua cabeça, ele dissesse: até aqui é comigo e apontando mais para o alto, reconhecesse: a partir daí é com Deus!

É proibido para o judeu tradicional entrar numa sinagoga, mencionar o nome divino, estudar a Torah, se aproximar do Muro das Lamentações ou realizar qualquer serviço religioso de cabeça descoberta.


O Maguen de Davi e a Estrela de Israel


Na linguagem oriental, estrela ou cetro significa emblema real, de governo, de autoridade, conforme Nm 24.17 (Jesus é a Estrela e o Cetro que procede de Jacó), Dn 8.10 (aonde estrelas apontam para reis e governos), 2 Pe 1.19b e Ap 22.16.

Sobre a estrela na bandeira de Israel, os dois triângulos são duas peças separadas que sobrepostas formam uma estrela chamada de Maguen de Davi, estrela ou escudo de Davi. O triângulo com a ponta virada para cima fala da busca humana de Deus, o triângulo com a ponta virada para baixo fala da busca divina do homem, e o conjunto aponta para a proteção completa do povo de Israel.

O embrião da idéia da estrela como escudo está em Gênesis 15.1, quando Deus disse a Abrão: “Não temas: Eu sou o Teu escudo”. O vocábulo no hebraico significa escudo ou estrela.

Segundo a tradição rabínica, a estrela de seis pontas era usada como símbolo no anel de Salomão, daí também ser chamada de  “Selo de Salomão”.

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